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Encontro reforça estratégias de gestão para 2020 em parceria com regionais


Publicado dia 29/11/2019
 
Após três dias de extensa programação, foi encerrada nesta quinta-feira (28), na sede do Incra, em Brasília (DF), a Reunião Técnica de Alinhamento Estratégico 2020, da qual participaram os 30 superintendentes regionais da autarquia. O evento, aberto na manhã da terça-feira (26), com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, e do secretário especial de Assuntos Fundiários da pasta, Nabhan Garcia, teve como objetivo discutir orientações e linhas de ação do instituto para o próximo ano.
 
“Só tenho a agradecer o espírito que foi construído aqui nesse período. Somos parceiros e vamos atuar juntos para alcançar os resultados esperados de nós”, afirmou o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, na sessão de encerramento do encontro.
 
Durante os três dias de evento, os diretores de Gestão Estratégica, Gestão Administrativa, Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento, Desenvolvimento de Projetos de Assentamento, além de Ordenamento da Estrutura Fundiária, conduziram os trabalhos, com suporte das áreas técnicas.
 
A Reunião de Alinhamento teve também a participação dos representantes da Procuradoria Federal Especializada, da Auditoria Interna, da Corregedoria-Geral, da Ouvidoria Agrária Nacional e da Ouvidoria Geral, que trataram de assuntos pertinentes aos respectivos setores junto aos representantes das superintendências regionais.
 
Na visão do presidente da autarquia, em todas as oportunidades de debates e encontros bilaterais realizados com os gestores, foi nítida a disposição dos superintendentes em aceitar os desafios propostos, em especial aqueles voltados à emissão de títulos que garantam a posse definitiva da terra aos trabalhadores rurais. “Vocês são os executores. Nosso papel é tentar dar soluções para o cumprimento das metas propostas, e estamos abertos a críticas também”, pontuou.
 
O diretor de Gestão Estratégica, Edimilson Alves, reiterou que o evento reforçou as estratégias propostas nesta gestão. “Nossa diretoria está elaborando um planejamento alinhado aos objetivos do governo federal, quais sejam promover ações que permitam, ao homem do campo, acesso ao título de sua propriedade, com segurança jurídica, fortalecendo, assim, seu papel social”, afirmou, ao destacar a necessidade de se buscar maneiras de otimizar o orçamento disponível em sinergia com os demais recursos.
 
“Foi uma grande oportunidade de conseguirmos melhorar o fluxo da casa para os processos andarem mais rápido, ampliando o contato entre a diretoria e as superintendências”, disse o diretor de Gestão Administrativa, Adriano Varela Galvão. Para ele, é essencial conhecer mais a ponta, expor eventuais dificuldades enfrentadas pela área administrativa e poder contar com parceiros nas regionais. “O recado é claro: somos um Incra único, trabalhando para que o Brasil tenha um maior número de produtores titulados, seja em assentamentos, seja em projetos de regularização fundiária”, complementou.
 
Ao comentar sobre a obtenção de terras para a reforma agrária e implantação de assentamentos, a diretora substituta da área, Hayla Siqueira, qualificou como fundamental as conversas diretamente com os superintendentes, para abordar muitas questões que vinham sendo tratadas à distância, em processos físicos. “Desta forma, a gente pôde explicar algumas limitações em relação à aquisição de áreas, compartilhadas entre eles. Os superintendentes não têm essa noção do todo, e sim do que ocorre na própria regional e, com eventos assim, olho no olho, acabam descobrindo que algumas dificuldades são as mesmas em outros estados”, relatou, ao elogiar o comprometimento demonstrado pelos gestores regionais.
 
O diretor de Desenvolvimento de Projetos de Assentamento, Giuseppe Serra Seca Vieira, também considerou o evento muito positivo. “Foi bastante proveitoso, pensando na conclusão das atividades de 2019 e, obviamente, já visualizando o que vai ser executado e as diretrizes a serem focadas para o exercício de 2020”, declarou. “Nessas oportunidades, conseguimos passar um pouco da nossa linha de trabalho e de raciocínio, fazendo, também, uma avaliação sobre o que precisamos melhorar na diretoria para ajudar as superintendências a alcançar as metas traçadas pelo governo federal”, analisou o diretor.
 
Em relação à Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária, a articulação junto aos superintendentes foi baseada nos esforços concentrados na regularização de terras, especialmente em assentamentos nos quais os moradores aguardam há anos pelos títulos de domínio. “Foi realmente uma reunião de trabalho, com indicação de como vão fazer, quais as principais demandas que já havíamos qualificado, especialmente na Amazônia”, indicou o diretor, Humberto César Mota Maciel. Segundo ratificou, a maior parte das dúvidas sanadas teve relação com a estrutura e o orçamento do qual vão dispor para efetuarem as ações capazes de levar segurança jurídica ao homem do campo. (*)


(*) Trecho atualizado em 02/12/2019, às 18h25.

 
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