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Incra em Pernambuco retorna a município de Palmares com ação itinerante


Publicado dia 24/05/2018

Até 25 de maio, a Superintendência Regional do Incra em Pernambuco presta atendimento no município de Palmares a agricultores assentados. A iniciativa faz parte do programa de ações itinerantes da autarquia no estado para facilitar a atualização e a regularização cadastral das famílias assentadas e o acesso às modalidades de crédito, entre outros serviços. Esta é a segunda vez que o instituto retorna a Palmares, localizado na Zona da Mata Sul pernambucana.
 
No final do ano passado, quando houve a primeira visita à localidade, o chamado Incra Itinerante atendeu mais de 400 pessoas de forma ainda experimental. “A quantidade elevada de assentados necessitando de serviços nos fez voltar”, explica o gestor da Divisão de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos da autarquia em Pernambuco, Charles Freire. “Só o assentamento Governador Miguel Arraes tem mais de quatro mil famílias”, ressalta.
 
A ação, iniciada dia 22 de maio, ocorre no auditório da sede da prefeitura. Os atendimentos são feitos em parceria com a Diamantina Projetos, organização responsável pela assistência técnica e extensão rural nos assentamentos da região do entorno de Palmares. A prefeitura cedeu a infraestrutura e a Diamantina, disponibilizou 15 pessoas de seu quadro para auxílio administrativo e apoio logístico.
 
Fomento Mulher
 
Entre os serviços mais procurados esteve a disponibilização do Fomento Mulher, uma das modalidades do Crédito Instalação do Incra. São oferecidos até R$ 3 mil, em operação única, para a implantação de projeto produtivo sob responsabilidade da mulher titular do lote.
 
Foi esse o alvo de interesse, por exemplo, da assentada Josefa Maria dos Santos. Beneficiária do assentamento Engenho Florescente, no município de Água Preta, há 26 anos, ela vive na comunidade com o marido, Cícero Dias dos Santos.
 
Ambos são oriundos de Altinho, município do Agreste de Pernambuco, e foram para a Zona da Mata Sul atraídos pelas oportunidades de trabalho abertas em frentes produtivas como o Programa Chapéu de Palha, na década de 80.
 
Trabalharam em diversos engenhos e usinas da região até que, em 1992, se tornaram beneficiários da reforma agrária, em um lote onde estão até a atualidade. Lá plantam batata, macaxeira, acerola entre outras culturas. Com o crédito, Josefa pretende investir na criação de galinhas, construindo o galinheiro e comprando as aves. “O espaço já está reservado na parcela, só faltava o dinheiro”, comemorou.
 
Matéria atualizada em 28/05/2018, às 7h48.
 
Assessoria de Comunicação Social do Incra/PE
(81) 3231-3570
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